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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

sobre doces e bolos I

bom, já contei por aqui como foi a história do buffet ("quem casa quer salão de festas"); de repente, alguém indicou um nome e telefone, fiz a degustação e... voilá! resolvido! pois bem, a etapa da solução para os doces começou no mesmo ritmo, bem por acaso.

enquanto estava na degustação do buffet, conversei com outros casais sobre os preparativos da festa. papo vai, papo vem, alguém indicou uma empresa para o fornecimento dos doces e bolo para casamentos: a Sabor e Arte. visto que não tínhamos qualquer indicação ainda, e que estávamos loucos com os preços dos serviços mainstream de Brasília, decidimos ligar e marcar uma degustação.

não me passa pela cabeça encomendar um bolo assim. aliás, há uma chance grande de isso tudo ser falso, ou, pelo menos, 80% do total.

a Dona Ruth, boleira com mais de 20 anos de experiência, nos recebeu pessoalmente na sede da Sabor e Arte, localizada no Guará (para os analfabetos e termos de Brasília, o Guará é uma das Áreas Administrativas de Brasília, uma das mais próximas do Plano Piloto. mas este é um papo pra outra hora...)

a degustação da Sabor e Arte acontece uma vez a cada 15 dias e você tem que agendar o seu horário; o lugar fica bem cheio, inclusive durante a semana (eu e Marcio fomos numa degustação em plena terça-feira, às 14h00). fomos atendidos, como já disse, pela Dona Ruth, numa sala/recepção, onde haviam dois sofás de dois lugares e uma mesa de atendimento com duas cadeiras. logo ao lado, estavam todas aquelas maquetes de bolos gigantes, pra todo gosto (não encontrei nenhumazinha que fosse do meu...).


e logo veio a comida. a mocinha que serve os pratinhos nos perguntou sobre as nossas preferências, que tipo de recheio gostávamos, chocolate branco ou preto, e já foi avisando que nem tudo estaria disponível para degustação (nessas horas me pergunto porque as pessoas perguntam sobre o que eu gosto? diz o que tem e eu decido o que vou querer, né?).

assim que a nossa porção de doces chegou, o Marcio estendeu o braço e já foi colocando um bombom inteiro na boca. claro, ele achava que cada pessoa receberia o seu pratinho... tão inocente (ou, ainda, tão glutão!). passado o meu pânico por não saber que bombom eu tinha "perdido", comecei a provar um pouco de cada, para sentir o sabor do chocolate e ver se os recheios eram fartos. outra coisa que gosto de observar é se o doce é doce demais... parece ridícula a minha colocação, mas existem doceiras que capricham no açúcar, a ponto de produzir algo impossível de se comer até o fim, quanto mais repetir. os meus favoritos da degustação foram o de pistache e o de trufa de limão.


na sequência, nos serviram três bolos com recheios diferentes. não foi servida a opção de bolo de chocolate (massa de chocolate), mas somente os tradicionais bolos brancos. digo isso porque o Marcio se amarra em chocolate, assim como várias outras pessoas que conheço. aliás, sempre escuto que bolos de casamento sobram aos montes. desconfio que seja a impropriedade na hora da escolha do sabor da massa e dos recheios. quem é que vai querer levar bolo branco com recheio de ameixa? umas 6 pessoas? não dá, né?!

bem, dos bolos provados, nenhum me tirou do sério, mas gostei do que tinha recheio com baba de moça. não era muito doce e a massa era bem macia. o Marcio disse que gostou, mas não vi os olhos dele brilharem, como sempre vejo quando o assunto é doce ou chocolate.

amo bombom com cereja inteira! no catálogo, lindo. mas não provei...

o orçamento da Sabor e Arte foi excelente para o nosso bolso. se encomendássemos algo como que 400 doces e o bolo para cerca de 70 pessoas, o aluguel da maquete saíria de graça, o que em outras empresas é sempre cobrado. outro ponto: eu não precisaria escolher uma daquelas maquetes das quais não tinha gostado: a Dona Ruth faria a minha maquete for free. o que não gostei: não pude provar os doces sofisticados, aqueles com cara de obra de arte, sabe? na degustação, somente são servidos os doces mais simples. isso, em termos de causar impressão, me desanimou um pouco... não adianta ver o doce no catálogo, quero comer e saber se é bom mesmo.

entre mortos e feridos, saímos dali meio decididos... mas não resolvidos. resultado: a saga dos doces e do bolo ainda tem mais um capítulo. não percam! até!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

nós vamos invadir a bota!

sim, meus caros leitores: nós vamos invadir a bota! nossa lua de mel será na Itália! é hora de descobrir o que é que a terra da Ferrari tem a oferecer! 

alguns posts atrás, pedi a vocês alguma sugestão de lugar para lua de mel. aliás, as dicas foram fantásticas! obrigada! 

após meses de muita reflexão e pesquisa, além de muitas somas e subtrações, Marcio e eu decidimos ir para a Europa. não tem jeito: o velho continente é dono do nosso coração. somos apaixonados por museus e centros históricos, além de sermos fãs de temperaturas mais baixas. e o golpe decisivo são as memórias tão boas do último ano, ocasião em que eu estava a trabalho no Consulado-Geral em Londres


 

outro ponto importante para a nossa decisão foi o fato de não fazermos o gênero praieiro. até curtimos os primeiros três dias... mas no quarto, estamos entendiados. precisamos de mais, muito mais do que o mar para o nosso entretenimento.


a primeira opção européia era a Grécia, não vou negar. a paixão do Marcio por Mitologia e a minha sede por conhecer locais históricos convergiram a esse pedaço de mundo banhado pelo Mediterrâneo, igualmente fascinante. isso sem falar da inspiração advinda do filme Mamma Mia!

fizemos mais somas e subtrações, assistimos a alguns telejornais, mergulhamos em livrarias. resumindo: deixamos a Grécia para uma outra ocasião. (quem sabe na lua de mel das minhas bodas de algodão?)


é isso, caros leitores! já compramos o guia de viagem e as passagens. vamos decidir o nosso roteiro nos próximos dias, que, com certeza, incluirá Roma, Veneza e Florença. os gourmets e viciados por vinho, Marcio e Bianca, vão não só exercitar seus paladares incansáveis, mas também vão respirar história por 14 dias!


e prometo que depois passo por aqui para confirmar porque Elizabeth Gilbert decidiu comer na Itália... e para contar porque ela poderia muito bem ter rezado e amado por lá também! ;)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

este casal tem fotos? tem sim senhor!

era madrugada de sábado e eu estava terminando a lista de presentes na Americanas.com. decidi checar os meus emails e... lá estavam elas! as fotos da minha e-session



 fui abrindo as mensagens que o Adalberto me enviou e, ao ver as fotos, fui ficando cada vez mais satisfeita com o resultado. o Adalberto rules!!! ele soube captar exatamente aquilo que eu esperava. e olha que não foi fácil produzir essa e-session...




o Márcio não curte sorrir e fazer pose pra fotos. eu também não sou fã disso, mas tenho alguma tolerância, quando sou requisitada. a questão é que desde o início o Márcio não estava levando fé na tal da sessão de fotos no clube.



como eu já havia falado num dos meus posts (de tudo, o que fica é a foto), a sessão de fotos tinha sido marcada para o dia 22 de janeiro. devido a alguns problemas de agenda, o fotógrafo me ligou duas semanas antes para pedir o adiamento de um dia, isto é, fotos no dia 23.



topei a mudança de datas, mas não esperava encontrar um apartamento perfeito dois dias depois. resultado, realizar mudança no dia 22 de janeiro. e, é claro, não tínhamos a menor vontade de tirar fotos no dia seguinte; a gente precisava descansar. e os imprevistos não pararam por aí.




estávamos na festa do Candré, grande amigo nosso, quando encontramos a Thelma e o Caminati, amigos que nos indicaram o fotógrafo Adalberto. papo vai, papo vem, o Márcio falou do seu desânimo em participar da tal sessão de fotos. e Caminati não deixou por menos: "eu não tive que fazer sessão nenhuma. eu falei que não queria." resultado: o meu querido amigo não sabia o de-serviço que ele estava me proporcionando... 



o Márcio veio imediatamente até mim: "se o Caminati não teve que fazer fotos, por que é que eu tenho que fazer?" e eu não sabia o que dizer. insisti que seria bom, divertido, mas ele continuou torcendo o nariz para a sessão de fotos.



e chegou o dia 30 de janeiro, data que havíamos negociado com o Adalberto na semana anterior. Márcio emburrado e Bianca tristonha. liga o fotógrafo: "vamos lá?!" e eu: "não acho que vai rolar, porque o Márcio não quer." e o fotógrafo: "traz ele pro clube. a gente toma umas cervejas, bate um papo e ele se solta." resumindo: não foram necessárias algumas cervejas. o Márcio me viu mal e decidiu se sacrificar.



depois de três horas no clube, algumas mordidas de formigas e insetos desconhecidos, encerramos as fotos. e eu estou toda boba com o resultado! ah, e não sou a única: o Márcio adorou tudo também. o que postei aqui foi apenas uma pequena amostra: foram mais de 200 fotos! até!



quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

noiva de cabelo curto sim! e daí?!

no final do ano de 2010, num dos vários encontros de família que tive, enquanto eu contava sobre os preparativos para o casório, me fizeram a seguinte pergunta: "o que você vai fazer com o seu cabelo?!" respondi educadamente: "ué, vou casar com ele na cabeça!"

a pergunta foi apenas um dos vários questionamentos que me foram feitos desde que decidi cortar o cabelo ainda mais curto do que estava. para quem não se lembra, meu cabelo, até o mês de setembro do ano passado, estava assim:


 há algum tempo, já estava com a coceira de cortar o cabelo mais curto, mudar um pouco. só precisei de um empurrãozinho do Marcio pra procurar um bom cabelereiro e... zás! voltei aos bons e velhos tempos de nuca à mostra.

o fato é que a resposta feminina a minha mudança foi, na maiorira dos casos, a mesma: era um absurdo eu ter cortado o cabelo. afinal de contas, sou uma noiva e noivas deixam o cabelo crescer para pedirem um penteado mirabolante no grande dia. bobagem. acho tudo isso um preconceito bobo, que limita e define uma mulher pelo comprimento do seu cabelo. francamente!

basta uma busca rápida pela internet para encontrar penteados lindos para noivas de cabelo curto:



 


já estou decidida sobre que penteado vou querer! e, claro, não vou contar os detalhes por aqui; fica a surpresa para o momento da cerimônia!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

gráficas: ruim sem elas, pior com elas

vocês se lembram da minha felicidade em ter resolvido de maneira tão rápida a questão dos convites? pois bem, eu não sabia a novelinha básica que os meus convites me proporcionariam vivenciar. 

depois de escolhermos o modelo e pagarmos, o pessoal da gráfica marcou um horário para a montagem do convite, a arte final. para aqueles que não sabem, você define tudo o que vai ser escrito no convite, a disposição do texto, a inclusão de fotos ou figuras. no dia da arte final, o profissional da gráfica (um cara que entende muito de Corel Draw e Photoshop) tem a maior paciência do mundo e atende a todos os seus pedidos (claro, tudo dentro dos limites). eu e Marcio passamos umas duas horas fazendo o estica-e-puxa da arte final. e eu fui eleita a criatura mais chata do encontro. coisas de noiva perfeccionista...

bem, a história não pára por aí. duas semanas depois, decidi mexer com alguns modelos de convite que eu havia encontrado nas minhas investidas de internet. foi aí que bateu uma pequena ressaca: eu podia ter feito um convite melhor. não conseguia parar de pensar na hipótese de ligar para a gráfica e mandar suspender tudo! fui conversar com o Marcio, que quase me enforcou com o olhar. mas, ao abrir a boca, disse: "meu bem, certas coisas a gente vai fazer e não vai mais olhar pra trás. apague essas fotos de convites."  confesso: não apaguei as fotos. e ainda estou com a pequena ressaca.



final do mês de janeiro: o rapaz da gráfica, que já tinha virado coleguinha do Marcio, ligou aqui pra casa, dizendo que os convites estavam prontos. como eu estava ocupada com as coisas da mudança recente, o Marcio ficou encarregado de buscar os convites. quando eu abri o pacote e vi que todos os nossos convites tinham aplicaçao de glitter, quis matar o dono da gráfica (haja visto que isso seria impossível, chorei de raiva). deixei claro no dia em que definimos o convite: "odeio glitter". e, ainda assim, havia glitter no meu convite.

resumindo a história: dois dias depois de devolvermos tudo e termos reclamado do tal glitter maldito, os convites estavam reimpressos do jeito que haviamos encomendado. para esse problema, houve remédio. mas a minha ressaca...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

em busca do vestido perfeito II

primeiro, desculpem a minha demora em postar! tanta coisa aconteceu desde o último post... aliás, até mudança de apartamento eu já fiz neste um mês e alguns dias sem passar por aqui (e a consciência só ficando cada vez mais pesada por não estar atualizando a minha página!).

bem, let's cut to the chase! hoje, retorno com notícias sobre o meu vestido de noiva! como eu já havia informado por aqui, minha primeira prova estava marcada para o último dia 28 de dezembro. e aconteceu! fui escoltada pela minha mãe e minhas duas irmãs. e querem saber? foi um pouco decepcionante... o vestido ainda estava todo descosturado, sem qualquer definição, longe de parecer com aquilo que eu vi no croqui. e eu ainda esqueci de levar os sapatos pra marcar a bainha. ponto positivo: descobri que não tinha ganhado peso; minhas medidas permaneciam as mesmas desde o mês de julho.

dois dias depois, estava eu novamente na 'maison' pra fazer mais uma prova. e dessa vez, não me esqueci dos sapatos. no dia 30, as costureiras já haviam montado o vestido: as pregas estavam nos seus devidos lugares, corpo e saia estavam definidos, a anágua estava praticamente pronta. neste dia, consegui curtir a prova do vestido, mas ainda não foi possível ficar extasiada. não sei explicar. ponto mais que positivo: consegui me livrar do tal lacinho que o estilista teimou em colocar no meu vestido. (score!)

para matar um pouco a curiosidade daqueles que seguem o blog, separei três fotos do 'ensaio' feito pela minha mãe, enquanto eu provava o meu vestido. até a próxima!




Wedding Countdown Ticker